Livro de Historias: True passion
Cast: Giacomo Casanova, Francesca Bruni, Giovani Bruni, Victoria, e outros
Location: Veneza
Sinopse: Quando um jovem bon vivant de uma rica familia venezience, encontra uma jovem e romantica jovem de outra familia venezience, eles poderiam formar o que se chama de uma bela historia de amor. Mas quando as duas familias são rivais mercantes e quando a fama de sedutor, de ladrão da pureza feminina do rapaz se alia ao fato da jovem e determinada moça ser noiva de outro, isto torna a historia um pouco mais complicada. Estaria o jovem disposto a abdicar de suas regalias de seus amores, por um único e verdadeiro amor? E estaria ela disposta a ensinar-lhe o amor verdadeiro?

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7:06 PM



Ato II - Noiva ou Viuva?

- Tens de estar a mais bela, doce Francesca!!!
A voz matreira de Victoria soava pelo quatro não como um desejo, quase como uma ordem, e logo a loira se erguia da cadeira onde estava sentada e partia na direção de sua amiga, Francesca, que estava frente ao espelho, somente com o espartilho e a saia do mesmo a olhar-se ao espelho, o corpo magro, delineado por curvas que poucos poetas ousariam descrever, os cabelos castanhos avermelhados, caiam soltos pelas costas, em cachos leves, bem feitos, naturalmente perfeitos, e os olhos azuis escuros, focavam-se na própria imagem ao espelho, e logo Victoria apanhava as tiras do espartilho de sua amiga, a olhar para a mesma por cima de seu ombro, ao espelho
- Como pode a mais infeliz ser a mais bela, Victoria???!!!..Há de me comprar um sorriso? Vendem-se sorrisos como se vendem donzelas por estas bandas?...- o olhar era melancólico, quase como o de quem se entrega a forca
- Oh minha bela, se há então, compraste o mais belo....- apertou firme os cordões do espartilho, fazendo os seios de Francesca subirem ao extremo e avolumarem-se, pressionados pelo grossos tecido
- Arghhh...Deus...- levou a mão contra a cintura e a outra ao peito
- Pois a mais bela nem respirar o pode, tendo os seios quase a cobrir o rosto, tamanha a forma como me apertaste estes panos, Victoria!...Para uma casta hás de saber provocar em demasia não?...
Os olhos verdes de Vitória, cerraram-se de leve e logo ela sussurrou, enquanto amarrava os cordões
- Oras Francesca, não hei de considerar seu mau humor como ofensa de nossa amizade, mas não faça alusão de minha castidade como se fosse uma ironia de minha vida, é a minha verdade....
Francesca deixou-se sorrir, aquela forma suave, de quem morde os lábios a sorrir, até mesmo provocativa, segundo o conservadorismo exarcebado de seu irmão, e logo sussurrou
- E sorte de ti, que não tem que entregar sua verdade a um homem mais preocupado com as posses do que com a noiva que compra...
Victoria, puxou mais firme os cordões de Francesca, a fazendo gemer, e logo falou de modo mais imperativo
- Não fale assim de meu querido primo, ele é um bom homem, o melhor que podias arrumar Francesca, só não sou eu a casar com ele, porque o nosso parentesco não nos permite...
Francesca ouvia aquilo em total silencio, voltou os olhos ao espelho, encarando Victoria, e logo virou o corpo bruscamente, apontando o vestido a cadeira
- Deixemos de conversa, ajuda-me a me vestir, tão cedo o tormento começa, tão cedo ele acaba...Não conheço teu primo minha bela amiga, não posso julgá-lo, apenas não queria ser vendida como um objeto de boa barganha, nada mais....
Victoria apanhou o belo vestido negro sobre a cadeira, e logo se dirigiu até Francesca, fitou o vestido e depois a ele, e sussurrou um tanto abismada
- Vais a um enterro ou ao seu noivado, minha doce Francesca?...
Victoria, ergueu a face e encarou a amiga nos olhos
- Não podes vestir preto, hás de usar uma cor mais alegre, como deve estar à noiva de meu primo.
Francesca, apanhou o vestido das mãos de Victoria, e logo o passou pelo corpo, virando-se ao espelho, começou a ajeitá-lo, o mesmo era todo negro, com rendas de um verde musgo sobre os seios, um decote ovalado, que os deixava bem aparente, sorriu de leve, olhando-se, já iria enfrentar a todos, usando um vestido negro no dia de seu noivado, poderia sim aceitar, de boca fechado, mas não de alma calada. Virou-se a amiga, que acabara de prender seu vestido e já se retirava um tanto indignada com aquilo, e sorriu de leve antes de deixá-la sair...
- Mas é claro que é um enterro Victoria, o enterro de meu coração...


Contado por Livro de Histórias



*Esse é um jogo fictício*